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Pesquisa revela que estar solteiro pode desencadear problemas cardíacos

Realizado pela Universidade de Würzburg, na Alemanha, um estudo revelou que pessoas que não possuem qualquer tipo de relacionamento amoroso têm mais chances de desenvolver problemas cardíacos ao longo da vida.  

Pode parecer algo surreal, porém, de acordo com a pesquisa, que acompanhou 1.022 pacientes durante dez anos, provou a relação: 679 deles morreram e a grande maioria era solteiro. 

Dessa forma, relacionou-se as causas aos problemas de saúde, a falta de alguém próximo para cuidar e dividir as despesas de casa, por exemplo.  

Os pacientes viúvos também apresentaram maior risco de mortalidade quando comparados ao grupo de pacientes casados. 

Sendo assim, o estudo reforça a importância do apoio social, principalmente quando se trata de pacientes que lutam contra doenças crônicas. Assim como ressalta que os cônjuges podem ajudar na adesão de medicamentos, bem como contribuir para uma vida mais saudável.   

O autor do estudo, Fabian Kerwagen afirma que: “é perfeitamente normal profissionais de saúde perguntarem aos pacientes sobre seu estado civil e recomendar grupos de apoio à insuficiência cardíaca para preencher possíveis lacunas”. 

Ele também diz que, embora a pesquisa trate de pessoas casadas, ter alguém em casa já pode fazer a diferença para auxiliar até mesmo no tratamento de doenças psicológicas, visando o momento difícil que toda a sociedade enfrentou em 2020 com o isolamento social.  

Para cuidar da saúde, é recomendado realizar acompanhamento médico periódico, assim como os exames de rotina para prevenir e detectar potenciais anomalias, para que, sob qualquer evidência, inicie-se o tratamento adequado.  

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Entenda por que remédio para emagrecimento piora a diabetes e pode ser uma droga mortal

Há pouco mais de uma década, um medicamento virou febre no Brasil após supostamente ter tido o aval dos médicos e cardiologistas para apoiar no emagrecimento, levando até mesmo pessoas não diabéticas a utilização, pois prometia perda de peso rápida e “saudável”. 

As farmácias venderam o estoque de um mês em uma semana, o que chamou a atenção da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que afirmou: “o uso do produto para qualquer outra finalidade, além de antidiabético, caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.” 

Na mesma época, outras novidades surgiram no mercado com a promessa de emagrecimento em poucas pílulas, como divulgou um recente levantamento da Interfarma.  

Assim, muitas pessoas continuaram consumindo sem prescrição médica e colocando a saúde em risco, como mostra uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), a qual constatou que essa droga é de alto risco para quem luta contra a balança, mas que age de forma correta no organismo dos diabéticos.  

Para alertar e informar sobre o uso de medicamentos controlados por diabéticos, o Centro de Excelência conversou com o Dr. Jeffer de Morais, diretor de cardiologia clínica do Grupo Sirius, quem revela o que e em quais situações é recomendado e quais são os perigos para quem faz uso sem orientação médica.  

Quais são os critérios para pessoas diabéticas utilizarem algum medicamento para emagrecer? 

Sabendo que boa parcela dos pacientes diabéticos, principalmente do tipo 2, estão associados à obesidade, recomenda-se que percam peso para auxiliar no tratamento e evitar maiores complicações de saúde. 

Dessa forma, o Dr. Jeffer explica que os medicamentos emagrecedores são recomendados em casos extremos para apoiar na redução inicial. “Esses são os critérios para a prescrição, porém o paciente não deve depender exclusivamente deles, é preciso mudar a mentalidade e cuidar da saúde como um todo, adquirindo bons hábitos alimentares e realizando atividade física”, ressalta.  

Para evitar complicações, não faça uso de medicamentos sem a prescrição e o acompanhamento médico.  

Quando o atendimento humanizado faz a diferença. Conheça a história de Michele

Em todas as áreas de negócios, o atendimento humanizado tem se destacado como diferencial competitivo.  

O atendimento humanizado é o tratamento ao cliente baseado na empatia e na exclusividade, no diálogo atencioso e foge do esquema tradicional que segue um script rígido de comunicação. (Zendesk) 

Na saúde, é uma ferramenta poderosa para acompanhar pacientes integralmente. Conhecido como cuidado coordenado, foca na humanização da relação médico-paciente e na atenção primária, isto é, prevenção e cuidado ao longo da vida.  

Este movimento está diretamente ligado à definição do conceito de saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) que não é apenas a ausência de doenças, mas um estado de bem-estar pleno mental, físico e social. 

Além de ser bastante procurado pelos pacientes. De acordo com uma pesquisa da DOCTORALIA (plataforma de agendamentos de consulta online), 63% dos brasileiros consideram a humanização no atendimento algo importante na sua relação com a medicina. 

Conheça a experiência de Michele  

Paciente há uma década do Grupo Sirius, Michele Sulamita do Amaral trata um quadro de hipertensão arterial com o Dr. Jeffer de Morais, diretor de Cardiologia Clínica do Grupo.  

Segundo Michele, um dos fatores que a fez escolher o local do seu acompanhamento são os “excelentes profissionais e a facilidade de sair da consulta e agendar os exames de forma rápida e prática.” 

“O Dr. Jeffer também explica de forma clara e objetiva sobre os sintomas e o tratamento. Traduz a linguagem médica para uma linguagem acessível, inclusiva que nos faz compreender sobre o auto cuidado e saúde”, reforça. 

Entretanto, essa relação vai muito além do que simplesmente a hipertensão e o tratamento do coração, deixa marcas para toda a vida, como o apoio que teve durante o ano de 2021 quando o esposo de Michele foi internado com COVID-19. 

“Meu marido precisou ser entubado e, neste período, procurei o Dr. Jeffer porque estava com dor no peito e muito ansiosa”, relembra. 

Após os resultados, o diretor de Cardiologia Clínica do Grupo Sirius concluiu que os sintomas eram decorrentes da ansiedade e a preocupação com o esposo.  

“Neste momento, ele atuou mais do que um médico que cuida da nossa máquina, o coração. O Dr. Jeffer conversou comigo como um amigo. Fortaleceu minha fé e esperança. E me viu não apenas como uma paciente, mas como um ser humano que precisava de apoio e esperança.” 

A empatia demostrada por ele naquele momento foi um marco na minha vida. Entrei no consultório angustiada e triste, mas sai de lá com fé e esperança, acolhida de forma humana e empática! (Michele Sulamita do Amaral) 

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Jet lag Social: dormir mal pode afetar a saúde do seu coração

Se você gosta de adiantar o sono ou costuma dormir bem pouco, saiba que isso pode prejudicar o seu metabolismo e o bom funcionamento do seu coração.  

Conhecida como Jet lag, a alteração do ritmo biológico humano acontece após mudanças de fuso horário, principalmente em longas viagens de avião, por isso o nome Jet (velocidade rápida das aeronaves) e Lag (atraso). 

Entretanto, um novo conceito vem sendo estudado: o Jet lag social. Este está relacionado a diferenças nos horários de sono das pessoas, geralmente quando elas não apresentam insônia e têm um dia a dia mais agitado, que culmina em poucas horas de descanso ao longo da semana e muitas horas de sono aos fins de semana. 

O departamento de Neurologia da faculdade de Ciências Médicas da Unicamp realizou uma pesquisa a qual indica que a discrepância entre o horário social e biológico está associada com problemas de saúde e doenças cardiovasculares.  

Isto é, não criar uma rotina saudável e dormir corretamente afeta diretamente a saúde física, podendo se transformar em uma patologia do sistema imunológico e,  até mesmo, em infarto.  

Tanto os homens quanto as mulheres são afetados pelo Jet lag social, porém, as mulheres são as que mais acabam dormindo mal e por poucas horas. Essa situação acontece porque muitas delas ainda vivem uma dupla (ou até tripla) jornada trabalhando fora de casa e cuidando dos filhos menores, como mostra uma pesquisa feita pelo IBGE durante a pandemia. 

Além disso, o Jet lag social pode afetar nosso corpo das seguintes maneiras: 

  • Mudanças de Humor: manter o sono irregular durante a semana pode aumentar a ansiedade e, em alguns casos, até depressão. É o que aponta um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry, do Reino Unido, com mais de 85 mil pessoas. Os pesquisadores demonstraram que aqueles que não seguiam um horário para dormir ou que acordavam muito cedo, eram mais propensos a ter depressão. 
  • Insônia: A privação crônica do sono tem sido associada a muitas doenças como hipertensão arterial, diabetes e obesidade. Dormir mal ou simplesmente não dormir pode aumentar a fadiga, fazer não comer corretamente e ainda adquirir vícios como telefone, redes sociais e consumo de tabaco. 
  • Problemas no coração: Além de provocar a obesidade, o Jet lag social acelera e desregula a liberação de hormônios como o Cortisol e a Noradrenalina que, quando produzidos em excesso, podem prejudicar o coração. Nesses casos, eles são responsáveis pelas alterações nos ritmos cardíacos e a pressão arterial, deixando a pessoa mais propensa ao infarto e ao AVC. 

É por isso que o Centro de Excelência recomenda que você mantenha seus horários regulares de sono durante a semana e aos fins de semana para prevenir problemas como o Jet lag social.  

Para ter um sono de qualidade, os cardiologistas do Grupo Sirius listaram algumas observações: 

  • Durma oito horas por dia; 
  • Pratique atividades físicas diariamente, no mínimo 15 minutos; 
  • Beba bastante água, no mínimo 2 litros todos os dias; 
  • Para crianças e idosos, o cuidado deve ser redobrado, nada de televisão ou celular uma hora antes de ir para cama e um banho morno também ajuda a dormir melhor; 
  • Tome sol, a produção de vitamina D ajuda a absorver cálcio, que regula o sono; 
  • Cuidado com Viagens! Estar fora de casa e não ter horário para dormir ou dormir muito mal, pode afetar o seu relógio biológico como falamos no início desta reportagem, bem como prejudicar o seu raciocínio mental, já que dormir de forma desregulada compromete as transmissões neurais.  

Também é importante reforçar o agendamento de uma consulta com cardiologista para realizar os exames de rotina e cuidar da saúde do coração.   
 

Insuficiência cardíaca: saiba mais sobre a doença que causou a morte da atriz Claudia Jimenez 

Conhecida por interpretar personagens que marcaram a TV brasileira, a atriz Claudia Jimenez faleceu no último 20 de agosto decorrente de uma insuficiência cardíaca. 

Esta é a doença do coração que acomete cerca de 240 mil pacientes todos os anos no Brasil (dados do DataSUS) e a que mais provoca internações e mortes, entre 10 e 15%, sendo os idosos os mais afetados. 

De acordo com o Dr. Jeffer de Morais, Diretor de Cardiologia Clínica do Grupo Sirius, a definição da insuficiência cardíaca é: 

O músculo cardíaco de alguns pacientes não tem força suficiente para fazer o sangue circular corretamente pelo organismo, comprometendo a oxigenação celular e a circulação do sangue. Como resultado o paciente sente mais falta de ar — mesmo em repouso e frequentemente apresenta inchaço nos membros inferiores. 

As causas são diversas, principalmente pós infarto, pós miocardite, hipertensão mal controlada, uso de medicações (como determinados quimioterápicos), doença de Chagas, abuso de álcool, entre outras. 

No caso de Claudia Jimenez, a combinação para o diagnóstico foi um câncer no mediastino, atrás do coração, além de um infarto e três cirurgias cardíacas: 1. cinco pontes de safena; 2. substituição da válvula aórtica por uma sintética; e 3.colocação de marca-passo. 

Além de também ter passado por sessões de radioterapia e ser diabética, condições que enfraquecem o músculo cardíaco. 

Os sintomas mais comuns da insuficiência cardíaca são tosse noturna, inchaço nas pernas, dor no peito, palpitações, calafrios, palidez e cansaço. Sob qualquer um deles, é recomendado ir ao especialista para diagnosticar e realizar o tratamento mais adequado, já que é uma doença silenciosa. 

Invasive/Gore e Grupo Sirius realizam aula para especialistas em Vascular

Reconhecido pela inovação na área da saúde e por contar com parceiros renomados, o Grupo Sirius tem promovido encontros educativos para especialistas em diversas áreas da cardiologia. O último, realizado em agosto de 2022, foi sobre a área de Vascular e contou com a participação da Invasive/Gore, um dos principais fabricantes de dispositivos vasculares. 

Entre as apresentações, o Dr. Anderson Nadiak Bueno, coordenador do Vascular Center do Grupo Sirius, trouxe o panorama do aneurisma de aorta abdominal, reforçando o que é e os dados de alerta. 

Este tipo de aneurisma tem uma tendência familiar, sendo os homens os mais acometidos e a 13ª causa de óbito nos Estados Unidos. Se não realizar a cirurgia para os casos recomendados, as chances de morte em casa aumentam para 70 a 90%.  

Por ser assintomático, é recomendado realizar o teste clínico e os achados de exames, que são USG Abdominal, Doppler Aorta, Tomografia ou Ressonância de Abdômen e Screening, para ter o diagnóstico. 

Já o Dr. Stevan Krieger Martins, Diretor Cirurgião Cardiovascular do Grupo Sirius, reforçou a importância da Linha de Cuidados liderada pelos especialistas do Grupo e as Cirurgias Endovasculares.  

Ele apresentou os avanços cirúrgicos e quais são as técnicas e protocolos mais utilizados nos dias atuais, incluindo as próteses colocadas nos pacientes. 

Para finalizar, Fernanda Seabra, responsável pela linha de aorta da Gore, apresentou as evoluções em dispositivos da fabricante, que é muito mais do que uma empresa de dispositivos médicos, mas é uma empresa de tecnologia e engenharia para desenvolver materiais para a humanidade.  

Nos produtos médicos, a Gore vai além e busca inovar para ir além e com mais longevidade no que oferta ao mercado. Na área de Vascular, por exemplo, tem um amplo portfólio para atender todos os casos com a mesma qualidade e inteligência, apoiando pacientes e médicos.  

Qual é a relação entre hipercalemia e doenças cardiometabólicas? 

Caso você não tenha familiaridade com a palavra, hipercalemia é quando há um nível acima do normal de potássio na corrente sanguínea, o qual pode causar doenças como arritmia cardíaca e paradas cardiorrespiratórias. 

O potássio pode ser considerado um íon intramolecular no organismo, que atua processos metabólicos e estabelece gradientes elétricos para realizar a manutenção das células. Seu nível aceitável dentro da corrente sanguínea é entre 3,5 e 5 mEq/ L. 

A ingestão exacerbada de potássio, utilização de medicamentos como antidiuréticos, ciclosporina, digitálicos em superdosagens e penicilina são responsáveis por acelerar o nível da proteína no organismo e causar alterações no controle neuromuscular e, até mesmo, doenças nos rins devido a baixa absorção de lipídeos.  

Quando o assunto é coração, a hipercalemia atinge, principalmente, a parede coronal, fazendo com que o paciente possa vir a ter parada cardiorrespiratória, arritmia cardíaca ou dificuldade para respirar.  

Na maior parte dos casos, a doença atinge o sistema cardiovascular, exigindo um tratamento mais intensivo.  

Os tratamentos variam de acordo com a faixa-etária do paciente e a recomendação é que procure um médico quando sentir: 

  • Ritmo cardíaco anormal; 
  • Paralisia motora; 
  • Náuseas; 
  • Fadiga excessiva; 
  • Dores nos rins. 

Para evitar o aumento do potássio de forma descontrolada, recomenda-se realizar o check-up periodicamente, com o exame de sangue, que é o responsável por mensurar os níveis. 

A partir do diagnóstico, o cardiologista indica o tratamento mais adequado, prevenindo complicações ou agravamento do caso.  

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O pai dos corações  

Por definição, o pai pode ser biológico, de criação ou adotivo. Mas também estendemos para as relações interpessoais, no cuidado que demonstra para as pessoas à volta dele. 

Amar e educar estão entre as atribuições dele, mas não param por aí. A preocupação com o desenvolvimento e o cuidado integral com a saúde também se destacam. 

Dentre as maiores virtudes de um pai estão a lealdade, o aconselhamento, a generosidade, a confiança, entre tantas outras. 

Para homenagear esse pai de tantas facetas, o Centro de Excelência escolheu o Dr. Marcelo Palazzi, cardiologista do Grupo Sirius, que representa todos os pais do corpo clínico e de pacientes. 

A prova de que o pai é além do sentido biológico  

Há quase uma década no Grupo Sirius, o cardiologista Marcelo Bruno Palazzi atende cerca de 450 pacientes todos os meses. 

São pessoas de todas as idades que passam por consultas para tratar do coração, mas que acabam construindo uma relação de amizade com ele. 

Conhecido por atender famílias inteiras — dos avós aos netos — chega a ser motivo de brincadeira pela sua pouca idade e tanta bagagem de experiência e histórias. 

A relação familiar e como a paternidade influencia na carreira 

Pai de duas jovens, Natasha e Giovanna, o Dr. Marcelo diz que “ser pai para mim é um caminho possível para aprendermos a amar. É viver o que há de mais nobre no relacionamento humano: o respeito, o querer bem, o se importar.” Além de ter impulsionado a sua carreira.  

“Melhorou a minha sensibilidade e o nível de importância a certas informações reveladas por nossos pacientes. Inclusive gosto sempre de ilustrar esse assunto com uma passagem de meu trabalho: certa vez, minhas filhas adoeceram, ficaram bem debilitadas, mas se recuperaram sem precisar de internação. Nesse período atendi um paciente, cujo filho também havia adoecido, porém não teve a mesma sorte e veio a falecer. Senti em mim a sua dor e, literalmente, estive junto com ele naquele momento.” 

“Conseguimos ser pai quando nos tornamos o melhor amigo de nossos filhos.” (Dr. Marcelo Palazzi) 

Servindo como uma inspiração para as suas filhas, investe no aconselhamento vocacional, impulsionando-as na carreira para escolherem o que mais tivessem orgulho de fazer. Porque, para o Dr. Marcelo, a paternidade amplia a responsabilidade e o comprometimento com a profissão não apenas para buscar mais recursos financeiros como também para alcançar a excelência do trabalho, principalmente para ser um exemplo a elas. 

“Vivenciar a decisão delas ingressando na minha área de atuação profissional traz uma alegria especial. Mostra que me reconhecem também profissionalmente, motivando-me a melhorar e atuar em outro campo do universo que compreendo ser pai. Agora, sou um colaborador profissional”, evidencia.  

Neste círculo de engrandecimento mútuo e experiências únicas, Natasha e Giovanna Palazzi deixam sua homenagem ao pai.  

Este depoimento é dedicado ao meu pai, meu melhor amigo e meu médico cardiologista. Meu pai sempre foi um grande profissional, tanto em relação ao seu entendimento sobre cardiologia quanto ao seu atendimento humanizado. Meu pai é muito gentil e educado com seus pacientes e o que mais me inspira nele é que ele faz sua consulta parecer uma “casa/um conforto” para seus pacientes. Eles confiam muito no meu pai, porque ele realmente sabe muito sobre cardiologia. Durante a faculdade quando eu não entendia uma matéria de cardiologia, a primeira pessoa que eu ia direto pedir ajuda era ele, porque além dele ser um excelente médico, eu o considero um excelente professor também! Eu tenho certeza que seus pacientes são tão fiéis e que nunca trocam de médico porque realmente meu pai se esforçou muito para estar onde ele está agora sendo um brilhante profissional da saúde e salvando várias vidas ameaçadas pelas doenças cardiovasculares. Você, pai, é uma inspiração para mim e para todas as pessoas que convivem com você! Eu te amo muito! Obrigada por todos os ensinamentos, pai! (Natasha Zombini Palazzi, fisioterapeuta) 

Começo este depoimento dizendo que meu pai é um grande exemplo de profissional na área da saúde, não só pela capacidade teórica e prática, mas também pelo atendimento em si. Eu tive a oportunidade de acompanhá-lo em algumas consultas e vê-lo com os seus pacientes, sendo uma verdadeira inspiração e que me deu uma força diferente para enxergar a Medicina de uma forma mais humana, algo que eu pretendo levar comigo quando chegar a minha vez de atender meus pacientes. Eu admiro muito o equilíbrio que meu pai consegue chegar em relação ao profissionalismo e a empatia, o que torna ele além de um ótimo profissional, um ótimo ser humano. Tenho muito orgulho de tudo o que ele construiu e vem construindo com tanto esforço, dedicação e amor. No fim, o mais importante no final do dia é viver intensamente e fazer o que você gosta em sua potência máxima e acredito que meu pai faz isso todos os dias. (Giovanna Zombini Palazzi, estudante de Medicina)  

Na figura do Dr. Marcelo Palazzi, o Centro de Excelência deseja um feliz dia dos pais a todos!  

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Cardioncologista: saiba mais sobre essa especialidade tão fundamental

Muitos pacientes oncológicos quando recebem o diagnóstico de um câncer automaticamente focam o seu pensamento no medo mais aparente no tratamento: a perda de cabelo. No entanto, existem outras preocupações relacionadas não só ao diagnóstico, mas ao processo no tratamento que pedem atenção especial. Entre elas está a saúde cardíaca e é exatamente este o papel do médico cardioncologista. Dr. Jorge Henrique Yoscimoto Koroishi, médico cardiologista do Grupo Sirius, é o nosso especialista convidado para explicar um pouco mais sobre essa área de atuação.

“As reações do organismo à quimioterapia podem incluir o desenvolvimento da hipertensão arterial. É um possível efeito colateral do tratamento e que deve ser acompanhado por uma equipe cardiológica. Aqui entra o meu trabalho como cardioncologista: cuidar do coração do paciente que está passando por um câncer, esteja ele localizado onde estiver”, explica o especialista.

O acompanhamento ao paciente pode começar tão logo o diagnóstico é recebido e o tratamento adequado é prescrito. Isso porque a Cardioncologia é a área responsável não só pelo tratamento de possíveis efeitos ao tratamento, mas também responde pela prevenção deles. “Nem todo paciente oncológico necessariamente vai desenvolver problemas cardíacos e cabe a nós, cardioncologistas, traçar o melhor caminho para prevenir que eles apareçam”, continua Dr. Jorge.

Não é raro, inclusive, que o acompanhamento cardioncológico seja mantido mesmo depois do término do protocolo de tratamento do câncer. Isso acontece porque algumas medicações oferecem risco de acidentes cardiovasculares mesmo após serem finalizadas. É fundamental manter as consultas periódicas, sempre feitas de acordo com o especialista.

“Existe muita vida no câncer. E qualidade de vida também é nosso papel como cardioncologistas. Um coração saudável aumenta a qualidade de vida e longevidade desses pacientes e é por essa qualidade que trabalhamos”, finaliza.