Saiba quais são os principais tratamentos de doenças cardíacas
Grupo Sirius marca presença no 43º Congresso da SOCESP com parceria inovadora com o HCor
O Grupo Sirius orgulha-se de ter participado do 43º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP)
Centro Vascular: promovendo sua saúde e qualidade de vida
Vascular Center, criado pelo Grupo Sirius, é uma divisão especializada no diagnóstico e tratamento de doenças vasculares dos sistemas arterial, venoso e linfático.
Alerta: 500 milhões de pessoas podem desenvolver doenças cardíacas até 2030
Você é do time de pessoas que se exercita ou joga no dos sedentários? Se a resposta foi para a segunda equipe, saiba que pode estar no grupo elencado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como propenso a desenvolver doenças cardíacas.
De acordo com a organização em seu primeiro relatório de status global sobre atividade física, até 2030 meio bilhão de pessoas deve ser diagnosticado com obesidade, problemas no coração e outras patologias que estão diretamente relacionadas com a inatividade física.
Ao avaliar dados de 194 países, a OMS concluiu que além do impacto direto na saúde da população, o prejuízo financeiro pode alcançar a marca de US$ 27 bilhões ao ano para tratar todos os pacientes. Por isso, o relatório ressalta que a prevenção é muito mais econômica e saudável do que o tratamento de doenças em estágio avançado.
“Esperamos que os países e parceiros usem este relatório para construir sociedades mais ativas, saudáveis e justas para todos.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS)
O que é preciso ser feito para conter os casos previstos de doenças cardíacas?
O acompanhamento médico com check-ups regulares, combinado com alimentação saudável e uma rotina de exercício físico é indicado para que o indivíduo tenha menos chances de desenvolver doenças cardíacas, por exemplo.
Incentivar as pessoas a praticar mais atividade física, incluindo a locomoção a pé ou de bicicleta em curtas distâncias, já seria um começo.
Porém, a mudança de mentalidade não é algo que dependa apenas de políticas públicas. Foi identificado durante o estudo um lento progresso dos países em relação ao cuidado e ao estímulo da população.
“Precisamos de mais países para ampliar a implementação de políticas para apoiar as pessoas a serem mais ativas por meio de caminhadas, ciclismo, esportes e outras atividades físicas. Os benefícios são enormes, não apenas para a saúde física e mental dos indivíduos, mas também para as sociedades, ambientes e economias.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS)
Segundo o plano apresentado pela Organização Mundial da Saúde para rever esse cenário, estão incluídos projetos de estradas seguras, os quais motivam passeios de bicicletas e caminhadas, bem como programas de atividade física em escolas e locais de trabalho.
O Centro de Excelência recomenda que você e sua família tenham acompanhamento cardiológico recorrente, pratiquem ao mínimo de 20 minutos de atividade física diariamente e adotem uma alimentação rica em alimentos in natura.
Premiação – Grupo Sirius Cardiologia
Nos alegramos em compartilhar que três de nossos cardiologistas foram homenageados pelo Hcor! 🎉
Parabenizamos os médicos pela homenagem:
🏅 Dr. Jorge Henrique Yoscimoto Koroishi
🏅 Dr. Jeffer Luiz de Morais
🏅 Dr. Jairo Alves Pinheiro Junior
Somos gratos por possuir em nosso corpo clínico, profissionais com grande potencial e talento, que agregam imensurável valor ao Grupo Sirius.
Morte Súbita: o que é e como evitá-la?
Você provavelmente já ouviu falar de alguém que morreu “de repente”, não é mesmo?
A morte súbita acontece de forma repentina e costuma acometer pessoas com problemas cardíacos, causando convulsões, AVCs e até infartos antes de levar a pessoa à óbito.
Segundo a OMS, cerca de 17 milhões de pessoas morrem devido a doenças no coração todos os anos e a maioria delas apresentam sinais de mal súbito antes de vir a falecer.
O que é morte súbita e como evitá-la?
Esse tipo de morte pode ocorrer a partir de uma arritmia ou quando há uma obstrução das artérias do coração por doenças, como isquemia miocárdica, infarto, com causas embólicas e hemorrágicas.
Estima-se que homens entre 60 e 70 anos são o grupo mais vulnerável, assim como pessoas que já têm no histórico infarto ou doenças crônicas.
Os sintomas que antecedem a morte súbita são fortes dores no peito próximas à região do coração, falta de ar, tonturas incessantes, paralisia do rosto e das pernas e dificuldades motoras. Estes podem ser sentidos horas antes da pessoa vir a ter um infarto, por exemplo.
Sendo assim, a prática de atividades físicas diária, uma alimentação rica em frutas e proteínas, a diminuição do consumo de álcool e gorduras são fatores que minimizam o risco de morte súbita.
De acordo com a apuração do Centro de Excelência com os especialistas do Grupo Sirius, pacientes que têm uma doença congênita no coração apresentam risco de infarto, mesmo com todos os cuidados e, até mesmo, porte atlético.
É importante ressaltar que o acompanhando médico recorrente e o check-up são facilitadores na hora de identificar algum problema no organismo e prevenir doenças futuras, portanto, não deixe de agendar sua consulta com um cardiologista.
Colesterol alto: quais são os problemas?
O colesterol é importante para o funcionamento do organismo. É encontrado no sangue e nos tecidos, colaborando para produção de hormônios, como o cortisol e os sexuais, a vitamina D e os ácidos que contribuem para a digestão de gorduras.
70% do colesterol é produzido pelo nosso próprio organismo, no fígado, enquanto que os outros 30% vêm da dieta alimentar.
O colesterol é um lipídio gerado e encontrado no fígado a partir de alimentos ricos em gordura.
Existem 2 tipos de colesterol, o bom (HDL) e o colesterol ruim (LDL). A diferença entre eles consiste em: Lipoproteína de alta-densidade (HDL), que é boa para o coração. Ela carrega colesterol das artérias para o fígado, onde é eliminado.
Por outro lado, a Lipoproteína de baixa-densidade (LDL) é perigosa, pois provoca o acúmulo de placas de gordura nas paredes internas das artérias, diminuindo o fluxo de sangue para órgãos importantes, como o coração e o cérebro.
No Brasil, dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia afirmam que 40% da população, cerca de 4 milhões de brasileiros, têm colesterol LDL elevado.
Agora, apresentaremos os principais problemas desencadeados pelo colesterol e como tratar:
INFARTO: Essa é a doença principal quando falamos sobre colesterol alto e seus problemas.
Quando o fluxo de sangue que leva ao músculo cardíaco (miocárdio) é bloqueado por conta do acúmulo de lipídios (gordura), o mesmo pode cessar seu trabalho. O infarto, neste caso, pode ser fatal. Então, é importante ficar atento a sintomas como dores repentinas no peito, cansaço extremo e respiração fraca.
AVC: Sim, o HDL (colesterol bom) pode causar um AVC a médio prazo caso não seja tratado com antecedência. O acidente pode acontecer quando o suprimento de sangue, que vai para o cérebro, é interrompido de forma drástica.
Sendo assim, as células permanecem sem oxigênio e nutrientes, fazendo com que o corpo apresente falhas na visão, fraqueza e dificuldades na fala.
Qual deve ser o nível normal de colesterol?
Para identificar os níveis de colesterol de uma pessoa é necessário que haja um diagnóstico médico. O hemograma é o principal exame para controlar.
As taxas apresentadas devem ser menores do que 190 mg/dL e, para os triglicérides, até 150mg/dL. Os níveis ideais de cada tipo de colesterol são individualizados a partir de uma avaliação médica.
Dessa forma, é preciso remediar os cuidados com o seu colesterol para este não desenvolver para doenças psíquicas e cardiológicas. A seguir, vamos apresentar algumas maneiras de tratar o colesterol alto de maneira mais simples.
Como tratar?
- Exercícios físicos diários (entre 30 minutos e 1 hora);
- Muita água; ingira ao menos 2 litros todos os dias
- Incluir na dieta peixes, laticínios desidratados, castanhas e frutas;
- Uma boa noite de sono, dormir por 8 horas;
- Evitar muito estresse.
Além de todos esses cuidados, é importante que você esteja atento a dicas de profissionais que irão te auxiliar em como proceder caso você esteja com os níveis de colesterol alterados.
Por isso, visite regularmente o cardiologista e faça um acompanhamento da sua saúde.
Entenda por que remédio para emagrecimento piora a diabetes e pode ser uma droga mortal
Há pouco mais de uma década, um medicamento virou febre no Brasil após supostamente ter tido o aval dos médicos e cardiologistas para apoiar no emagrecimento, levando até mesmo pessoas não diabéticas a utilização, pois prometia perda de peso rápida e “saudável”.
As farmácias venderam o estoque de um mês em uma semana, o que chamou a atenção da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que afirmou: “o uso do produto para qualquer outra finalidade, além de antidiabético, caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população.”
Na mesma época, outras novidades surgiram no mercado com a promessa de emagrecimento em poucas pílulas, como divulgou um recente levantamento da Interfarma.
Assim, muitas pessoas continuaram consumindo sem prescrição médica e colocando a saúde em risco, como mostra uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), a qual constatou que essa droga é de alto risco para quem luta contra a balança, mas que age de forma correta no organismo dos diabéticos.
Para alertar e informar sobre o uso de medicamentos controlados por diabéticos, o Centro de Excelência conversou com o Dr. Jeffer de Morais, diretor de cardiologia clínica do Grupo Sirius, quem revela o que e em quais situações é recomendado e quais são os perigos para quem faz uso sem orientação médica.
Quais são os critérios para pessoas diabéticas utilizarem algum medicamento para emagrecer?
Sabendo que boa parcela dos pacientes diabéticos, principalmente do tipo 2, estão associados à obesidade, recomenda-se que percam peso para auxiliar no tratamento e evitar maiores complicações de saúde.
Dessa forma, o Dr. Jeffer explica que os medicamentos emagrecedores são recomendados em casos extremos para apoiar na redução inicial. “Esses são os critérios para a prescrição, porém o paciente não deve depender exclusivamente deles, é preciso mudar a mentalidade e cuidar da saúde como um todo, adquirindo bons hábitos alimentares e realizando atividade física”, ressalta.
Para evitar complicações, não faça uso de medicamentos sem a prescrição e o acompanhamento médico.
Insuficiência cardíaca: saiba mais sobre a doença que causou a morte da atriz Claudia Jimenez
Conhecida por interpretar personagens que marcaram a TV brasileira, a atriz Claudia Jimenez faleceu no último 20 de agosto decorrente de uma insuficiência cardíaca.
Esta é a doença do coração que acomete cerca de 240 mil pacientes todos os anos no Brasil (dados do DataSUS) e a que mais provoca internações e mortes, entre 10 e 15%, sendo os idosos os mais afetados.
De acordo com o Dr. Jeffer de Morais, Diretor de Cardiologia Clínica do Grupo Sirius, a definição da insuficiência cardíaca é:
O músculo cardíaco de alguns pacientes não tem força suficiente para fazer o sangue circular corretamente pelo organismo, comprometendo a oxigenação celular e a circulação do sangue. Como resultado o paciente sente mais falta de ar — mesmo em repouso e frequentemente apresenta inchaço nos membros inferiores.
As causas são diversas, principalmente pós infarto, pós miocardite, hipertensão mal controlada, uso de medicações (como determinados quimioterápicos), doença de Chagas, abuso de álcool, entre outras.
No caso de Claudia Jimenez, a combinação para o diagnóstico foi um câncer no mediastino, atrás do coração, além de um infarto e três cirurgias cardíacas: 1. cinco pontes de safena; 2. substituição da válvula aórtica por uma sintética; e 3.colocação de marca-passo.
Além de também ter passado por sessões de radioterapia e ser diabética, condições que enfraquecem o músculo cardíaco.
Os sintomas mais comuns da insuficiência cardíaca são tosse noturna, inchaço nas pernas, dor no peito, palpitações, calafrios, palidez e cansaço. Sob qualquer um deles, é recomendado ir ao especialista para diagnosticar e realizar o tratamento mais adequado, já que é uma doença silenciosa.








