Vascular Center, criado pelo Grupo Sirius, é uma divisão especializada no diagnóstico e tratamento de doenças vasculares dos sistemas arterial, venoso e linfático.
Cuidar do coração é essencial em todas as fases da vida da mulher, inclusive quando jovens.
Durante sua entrevista no programa Diário TV, a Dra. Ana Carolina Casmalla, cardiologista do Grupo Sirius, compartilhou informações valiosas sobre as causas de infarto em mulheres de 35 a 50 anos.
Recentemente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia também abordou esse tema em uma publicação importante.
No Grupo Sirius, contamos com uma equipe altamente especializada, que está pronta para auxiliar as mulheres na manutenção da saúde do coração.
Não espere por sintomas ou alterações nos exames!
Agende seu check-up e cuide da sua saúde cardíaca.
Confira a entrevista na íntegra:
Inteligência Artificial e Cardiologia: diagnóstico, prevenção e tratamento
A Inteligência Artificial (IA) tem se destacado em diversas áreas da sociedade, com aplicações que vão desde a indústria até a área da saúde, chegando ao coração e ajudando a salvar muitas vidas.
Antes de compreender sua atuação e relação com a cardiologia, é importante entender sua estrutura e aplicações.
Por definição, a IA é a capacidade que uma máquina para reproduzir competências semelhantes às humanas como é o caso do raciocínio, a aprendizagem, o planeamento e a criatividade (Parlamento Europeu).
Ou seja, é uma solução que combina inúmeras tecnologias e simula capacidades humanas atreladas à tecnologia, de forma inteligente e muito mais precisa e eficaz.
Um dos motivos é que, pelo aprendizado de máquina (Machine Learning, em inglês), a Inteligência Artificial é alimentada e consegue ampliar seu repertório, expandindo a capacidade de análise.
IA e Cardiologia
Ao ser aplicada na saúde, a Inteligência Artificial combina informações tais quais: histórico do paciente, histórico de doenças já conhecidas e potenciais diagnósticos, fazendo com que os laudos sejam mais detalhados e os médicos possam indicar o melhor tratamento ao paciente.
“O sistema computacional tem sido proposto como apoio diagnóstico ao médico, não para substituí-lo.” (Cientista da computação Fátima Nunes, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP)
Essa é uma área em expansão e em estudo. Até 2016, os números de publicações científicas anuais ficavam abaixo de 10. Esse cenário começou a mudar em 2017 com o dobro de registros e deu um salto em 2019, com 209 estudos publicados.
Insuficiência cardíaca pode ser descoberta com a IA
Dentre outras cardiopatias, a insuficiência cardíaca é uma das que podem ser diagnosticadas com o auxílio da Inteligência Artificial, o que é extremamente importante, uma vez que é a principal causa de mortalidade cardiovascular, assim como uma das principais causas de internações hospitalares.
Para tal, é utilizado um algoritmo (conjunto das regras e procedimentos lógicos definidos que levam à solução de um problema) que consegue prever a pré-disposição do paciente para a doença.
A descoberta foi feita por pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, e divulgada no fim de 2021.
Um dos principais destaques é a capacidade de identificar o bombeamento do sangue nos dois lados do coração de forma rápida e com menor custo, uma vez que essa investigação sem o apoio da IA demora mais e tem custo maior.
Aplicada à saúde, a Inteligência Artificial pode ser uma das respostas para resultados mais rápidos e eficientes.
Cateterismo cardíaco e câncer: relação de segurança nos pacientes
Pesquisadores da Society for Cardiovascular Angiography and Interventions Scientific Sessions, nos Estados Unidos, descobriram que a intervenção coronária percutânea (ICP) em pacientes que apresentam algum tipo de câncer não é perigosa.
ICP é a sigla para Intervenção Coronária Percutânea, ou como popularmente conhecida – cateterismo e angioplastia (colocação de stent). É responsável por restabelecer o fornecimento de sangue para o coração, que pode até causar insuficiência cardíaca.
O estudo, publicado em maio deste ano, foi realizado com o auxílio da Inteligência Artificial (IA), que ajudou a fornecer dados mais completos e confiáveis sobre a relação entre câncer e ICP.
Os resultados também indicaram que, dos mais de dois milhões de pacientes hospitalizados, 6% tinham diagnóstico de câncer e desses, 6,14% tinham trombocitopenia. Trombocitopenia é o termo técnico para uma doença que afeta as células sanguíneas e atinge as plaquetas humanas, fazendo com que o paciente tenha baixa contagem de plaquetas.
Além de também demonstrar que entre os pacientes com trombocitopenia, aqueles com câncer ativo eram os menos propensos a receber cateterismo cardíaco esquerdo (1,88% vs. 5,41%) e ICP (0,48% vs. 1,35%; P para todos < 0,001) em comparação com os pacientes que não têm câncer. Assim como esse grupo de pacientes pode desenvolver um processo de tratamento ainda mais lento devido a comorbidades.
Após os resultados, a sequência do estudo será projetar soluções para tratamentos para pacientes com ambas as doenças (cardíaca e câncer ativo), evitando assim, atraso no tratamento de doenças cardíacas e proporcionando a melhor qualidade de tratamento e seguimento deste grupo de pacientes.
Sendo assim, é importante estar atento aos sintomas que você pode apresentar caso venha a desenvolver algum problema cardíaco ou sanguíneo com o passar do tempo.
O check-up regular e combinado com um cardiologista da sua confiança é fundamental para evitar complicações e ter segurança nos tratamentos a serem realizados.
Conheça a molécula supressora que ajuda no combate à obesidade
A obesidade é considerada uma doença crônica pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O acúmulo de gordura no organismo causado por ela desencadeia muitos problemas de saúde a pessoa, como o diagnóstico de diabetes, hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, osteoartrite, apneia do sono, alguns tipos de câncer, entre outros.
Para tratar os pacientes obesos existem diferentes métodos, os quais são indicados com base no histórico e no tipo de obesidade.
Entretanto, uma recente descoberta de pesquisadores da universidade de Bonn, na Alemanha, pode ajudar neste processo.
Trata-se de uma molécula capaz de estimular a gordura marrom, que é responsável por queimar a energia do nosso corpo, o que resulta no emagrecimento.
No estudo, publicado pela revista Nature, uma das mais conceituadas em trabalhos científicos, o grupo mostrou que o tratamento de animais obesos com uma molécula que estimula a gordura marrom fez com que a perda de peso fosse mais eficaz.
E isso pode confirmar a possibilidade que a inosina (molécula em questão) tenha um papel fundamental e promissor no tratamento da obesidade. Pois ela atua na gordura marrom, que é responsável pela produção de calor do nosso corpo, fazendo assim com que o organismo gaste mais calorias, favorecendo o emagrecimento.
Assim, este pode se tornar um remédio terapêutico para pacientes que tratam a obesidade.
Enquanto ainda está em fase de testes, a recomendação é que o tratamento da obesidade seja realizado com o apoio de especialistas multidisciplinares, como educadores físicos, nutricionistas, psicólogos, endocrinologistas e cardiologistas.
Faça o acompanhamento regular e constante e cuide do bem mais precioso: o seu coração!
Alerta: 500 milhões de pessoas podem desenvolver doenças cardíacas até 2030
Você é do time de pessoas que se exercita ou joga no dos sedentários? Se a resposta foi para a segunda equipe, saiba que pode estar no grupo elencado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como propenso a desenvolver doenças cardíacas.
De acordo com a organização em seu primeiro relatório de status global sobre atividade física, até 2030 meio bilhão de pessoas deve ser diagnosticado com obesidade, problemas no coração e outras patologias que estão diretamente relacionadas com a inatividade física.
Ao avaliar dados de 194 países, a OMS concluiu que além do impacto direto na saúde da população, o prejuízo financeiro pode alcançar a marca de US$ 27 bilhões ao ano para tratar todos os pacientes. Por isso, o relatório ressalta que a prevenção é muito mais econômica e saudável do que o tratamento de doenças em estágio avançado.
“Esperamos que os países e parceiros usem este relatório para construir sociedades mais ativas, saudáveis e justas para todos.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS)
O que é preciso ser feito para conter os casos previstos de doenças cardíacas?
O acompanhamento médico com check-ups regulares, combinado com alimentação saudável e uma rotina de exercício físico é indicado para que o indivíduo tenha menos chances de desenvolver doenças cardíacas, por exemplo.
Incentivar as pessoas a praticar mais atividade física, incluindo a locomoção a pé ou de bicicleta em curtas distâncias, já seria um começo.
Porém, a mudança de mentalidade não é algo que dependa apenas de políticas públicas. Foi identificado durante o estudo um lento progresso dos países em relação ao cuidado e ao estímulo da população.
“Precisamos de mais países para ampliar a implementação de políticas para apoiar as pessoas a serem mais ativas por meio de caminhadas, ciclismo, esportes e outras atividades físicas. Os benefícios são enormes, não apenas para a saúde física e mental dos indivíduos, mas também para as sociedades, ambientes e economias.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS)
Segundo o plano apresentado pela Organização Mundial da Saúde para rever esse cenário, estão incluídos projetos de estradas seguras, os quais motivam passeios de bicicletas e caminhadas, bem como programas de atividade física em escolas e locais de trabalho.
O Centro de Excelência recomenda que você e sua família tenham acompanhamento cardiológico recorrente, pratiquem ao mínimo de 20 minutos de atividade física diariamente e adotem uma alimentação rica em alimentos in natura.
Qual é a melhor dieta para o coração?
Alimentação é um tema que se destaca entre diversos públicos e faixas etárias. Há quem defende a ingestão apenas proteica, os que não ingerem animais ou outras filosofias nutricionais sem comprovação científica.
Por isso, depois de estudos e de acompanhamento de pacientes, vamos mostrar qual é a melhor dieta — até então — para o coração e, de quebra, para o corpo também.
Mediterrânea, esta é a dieta amiga do coração
Manter uma alimentação baseada em frutas, vegetais, castanhas e carnes magras reduz o risco de doenças cardiovasculares.
De acordo com pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, há uma redução de 12,5% nas chances de morte decorrentes de problemas cardíacos em pessoas que adotam a dieta mediterrânea.
O estudo avaliou por mais de 17 anos 23.902 homens e mulheres e seus hábitos alimentares. Aqueles que tinham o estilo mediterrâneo também diminuíram em 16% o risco de desenvolverem doenças cardíacas.
Já Elliot Berry, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, destaca que os benefícios da dieta mediterrânea estão associados, principalmente, ao coração e ao cérebro, com a melhora dos indicadores de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), problemas de circulação, obesidade e diabetes.
Quais são os alimentos-chave dessa dieta?
Baseada em alimentos de origem vegetal, inclui frutas, legumes, grãos, leguminosas e frutos secos, combinados com a gordura do azeite e a proteína das carnes magras, com destaque para os peixes.
O sal também é reduzido e dá espaço para ervas e especiarias darem sabor aos pratos, que são bem coloridos. Assim, os temperos industrializados são evitados, e, no lugar deles, a opção são temperos naturais.
Carne vermelha e açúcares são limitados e ingeridos em ocasiões especiais. Já o álcool é moderado e de preferência, o consumo é de vinho tinto.
Um menu mediterrâneo concentra alto teor de gorduras mono e polinsaturadas, fibras alimentares vegetais, antioxidantes e fatores anti-inflamatórios.
A boa notícia é que, por mais que tenha o nome de mediterrânea, qualquer pessoa pode adotar essa alimentação. A recomendação é consultar um cardiologista e um nutricionista para manter o acompanhamento periódico.
Risco cardiovascular agrava com doença autoimune. Saiba o motivo
A possibilidade de uma pessoa desenvolver uma doença cardiovascular no futuro é chamada de risco cardiovascular. Essas chances são consideradas por diversos fatores, incluindo os genéticos, os adquiridos (como sobrepeso/obesidade) e as doenças associadas (como as autoimunes).
Pacientes com doenças autoimunes são os mais propensos as doenças cardiovasculares, é o que revelou um estudo publicado no The Lancet em agosto de 2022.
Antes de mostrar as descobertas dos pesquisadores, saiba o que são as doenças autoimunes.
Elas podem ser definidas como um grupo de doenças específicas que provocam a produção de anticorpos pelo sistema imunológico para combater componentes do próprio organismo. De forma simplificada, o corpo confunde células do próprio corpo com agentes agressores e gera um sistema de defesa, atacando ao próprio organismo.
As mulheres são as mais acometidas pelas doenças autoimunes, que representa uma das dez maiores causas de mortes delas, de acordo com o NEDAI (Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes).
Dentre as mais comuns estão: Lúpus, Artrite reumatoide, Doença de Crohn, Vitiligo, Psoríase, Esclerose múltipla e Diabetes tipo 1.
Por que as doenças autoimunes agravam o risco de doenças cardiovasculares?
O estudo liderado por Nathalie Conrad, Ph.D., de Leuven na Bélgica, avaliou pacientes de todo o Reino Unido com qualquer uma das 19 doenças autoimunes diagnosticadas entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de dezembro de 2017 e que não tiveram incidência de doença cardiovascular nos 12 meses após a descoberta.
Após as avaliações, o grupo acompanhou a ocorrência de 12 casos cardiovasculares por cerca de 6 anos.
Neste período, entre 15,3% com doença autoimune e 11% dos pacientes sem o quadro, desenvolveram doença cardiovascular, com uma taxa de 23,3 e 15 por 1.000 pacientes-ano, respectivamente. Ou seja, os números mostram que, para cada tipo da doença cardiovascular individual, as chances foram aumentadas progressivamente com doença autoimune.
Taxas de risco de 1,41, 2,63 e 3,79 para uma, duas e três ou mais doenças, respectivamente. Pacientes mais jovens tiveram as taxas de risco de 2,33 (45 anos), 1,76 (55 a 64 anos) e 1,30 (75 anos ou mais).
Ainda de acordo com o estudo, a maior taxa de risco cardiovascular foi registrada para Esclerose Sistêmica, seguida por Doença de Addison, Lúpus Eritematoso Sistêmico e Diabetes tipo 1 (risco de: 3,59, 2,83, 2,82 e 2,36 respectivamente).
“O risco cardiovascular substancial observado em pacientes com doenças autoimunes, particularmente em grupos etários mais jovens, sugere que as estratégias para reduzir o risco cardiovascular devem se tornar uma parte rotineira do gerenciamento de doenças autoimunes.” (Autores do estudo)
Como realizar a prevenção e o tratamento adequados?
Pacientes diagnosticados com doença autoimune devem realizar o tratamento com os especialistas da sua doença junto aos cardiologistas para prevenir o risco cardiovascular. Ou seja, contar com um time do coração.
O ideal é que, logo após a descoberta, também sejam feitos os exames para identificação de fatores pré-existentes e para que seja recomendado o adequado tratamento e seguimento caso a caso.
Por isso, o Centro de Excelência recomenda realizar os exames anuais e cuidar do bem mais precioso: a sua saúde.
Anomalia de Ebstein: conheça a cardiopatia em que bebês nascem e são operados do coração
Rara e congênita, a Anomalia de Ebstein é uma cardiopatia em que recém-nascidos são submetidos a uma cirurgia no coração – o que não é uma regra – para corrigir a válvula tricúspide que controla o fluxo de sangue entre a aurícula direita e o ventrículo direito do órgão.
O tratamento ágil é possível graças ao pré-natal completo, com exame de ecocardiograma fetal, responsável por identificar a má-formação na valva tricúspide do coração do feto.
Com o diagnóstico precoce, os pais e a equipe médica podem ter um time especializado em cardiopatias congênitas durante o parto, o qual é responsável pelo procedimento cirúrgico logo após o nascimento.
Doenças cardíacas em bebês
Cerca de 30 mil crianças nascem com doenças cardíacas, segundo o Ministério da Saúde. As cardiopatias congênitas, ou má formação do coração do feto no útero, são as causas de 6% da mortalidade infantil antes do primeiro ano de vida.
Esse número pode diminuir caso exista um diagnóstico precoce, feito através do exame ecocardiograma fetal realizado por equipamentos de ultrassom.
Entretanto, o Brasil carece de profissionais preparados para realizar esse tipo de teste e detectar possíveis anomalias no coração dos bebês que estão sendo gestados.
Sem esses especialistas, o Ministério da Saúde criou em 2021 o Programa Renasce que é coordenado pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Ainda em fase de implementação, o projeto tem como objetivo melhorar os diagnósticos e tratamentos de cardiopatias congênitas no SUS. O programa tem como meta aumentar o número de cirurgias e tratar 60% dos casos desse tipo de doença até 2023.
É fundamental relembrar a importância do acompanhamento de um cardiologista infantil desde a fase pré-natal até o início da idade adulta para um rápido diagnóstico e direcionamento para tratamentos adequados. Os pais precisam estar atentos em sintomas como batimentos cardíacos muito lento ou rápido, pele azulada, falta de ar em repouso ou durante mamadas, maior cansaço em relação a outras crianças, entre outros, que podem ser consequência de um problema de coração.
Cardiologia infantil: por que falar sobre esse tema?
Ao contrário do que muitos pensam, a cardiologia não é uma especialidade necessária apenas para adultos. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30 mil crianças nascem com doenças cardíacas. As cardiopatias congênitas, ou má formação do coração do feto no útero, são as causas de 6% da mortalidade infantil antes do primeiro ano de vida.
A cardiologia infantil é uma especialidade que acompanha desde a fase pré-natal até o início da idade adulta com o objetivo de prevenir, diagnosticar e tratar doenças ligadas ao coração durante a formação no útero e o desenvolvimento.
Por conta de diferenças, como ritmo de batimentos, tamanho e peso do coração e a frequência cardíaca, a formação de um cardiologista pediátrico é um pouco diferente em relação a outros profissionais da área. Este especialista tem a capacidade de chegar a diagnósticos, tratamentos e soluções com maior precisão porque sabe das inúmeras variações que ocorrem na estrutura física infantil.
Tratamento cardiológico de crianças
O acompanhamento é realizado de acordo com a faixa etária da criança. O processo começa desde quando está no ventre — momento decisivo para encontrar problemas cardíacos.
Em seguida são solicitados exames laboratoriais e ou de imagem, além da verificação de sinais vitais e pressão arterial. Com o diagnóstico de cardiopatias congênitas (doenças na qual a criança desenvolve quando já nasceu) ou outras comorbidades adquiridas com o passar dos anos, é feita a prescrição do tratamento ou cirurgias para correção.
Apesar de cuidados cardíacos rotineiros, é preciso observar certos sintomas que indicam uma consulta mais urgente com um cardiologista infantil. Pele azulada em bebês, batimentos cardíacos muito lento ou rápido, sensações de tontura e episódios de desmaios, falta de ar em repouso ou durante mamadas, maior cansaço em relação a outras crianças, entre outros fatores.
Em razão disso, os pais devem sempre encontrar um cardiologista pediátrico especializado desde o momento que descobrem que terão um filho e manter acompanhamento rotineiro para evitar ou tratar o mais rápido possível as doenças cardíacas.









