O músculo cardíaco necessita de um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para ser nutrido e é das artérias coronárias a responsabilidade de ser essa fonte de abastecimento.
Entretanto, quando uma delas está contraída ou obstruída — parcial ou totalmente — elevam-se as chances de infarto.
“Conhecido popularmente como “ataque cardíaco”, o infarto acontece quando há um bloqueio do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco. Sem sangue, o tecido do coração perde oxigênio, o que pode levar à morte.” (definição do Ministério da Saúde)
Os sintomas de infarto são os mais comuns de serem identificados são:
- Dor aguda no peito, na altura do coração;
- Dor tipo peso no braço esquerdo”;
- Náuseas;
- Tontura;
- Suor frio.
Claro que nem todos os pacientes que apresentarem esses sintomas em um curto período de tempo sofrerá um infarto ou terá algum problema cardíaco.
No entanto, vale ressaltar que aqueles que já têm diagnóstico de diabetes, pressão alta ou colesterol desequilibrado, devem permanecer alerta aos sintomas e procurar um profissional logo que tiver os primeiros sintomas.
Já fumantes, pessoas que abusam de bebidas alcóolicas, são sedentárias ou têm histórico de infarto na família, também correm o risco de entrar para a estatística.
Como buscar ajuda ao infartar?
O indivíduo deve procurar o pronto-socorro mais próximo tão logo sinta uma dor intensa na boca do estômago na altura do umbigo, que persista em torno de vinte minutos contínuos, além de apresentar algum dos sintomas registrados acima.
Se os sintomas forem embora, entre em contato com o cardiologista para receber a medicação adequada.
A importância da prevenção
Agora, que você já sabe o que é o infarto e o que fazer, entenda a importância da prevenção contra essa doença que tira a vida de tantas todos os anos em todo o mundo.
No Brasil, são 360 mil óbitos anuais decorrentes de doenças cardiovasculares, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Dependendo da gravidade da situação e como o infarto ocorreu, tanto pessoas mais jovens quanto as de idade mais avançada, passam pelo mesmo tratamento após o ocorrido.
O cardiologista costuma prescrever remédios diários para evitar o risco de desencadear mais um problema cardíaco, sugere exercícios físicos diários e, para os mais jovens, pede que o contato com cigarros e álcool seja minimizado.
A angioplastia e a reabilitação cardíaca semanal também são necessárias para um tratamento ainda mais eficiente.
Se for o caso de o paciente ter diabetes ou pressão alta, é recomendado um acompanhamento mais de perto ou mais personalizado, para sugerir uma alimentação mais saudável e controle de pressão arterial.
A OMS afirma que de cada dez pessoas que fazem tratamentos periódicos contra doenças cardiovasculares, oito tem uma probabilidade de ultrapassar os 75 anos de idade sem problemas relacionados ao coração, mesmo que alguém na família apresente esse histórico. Você também merece fazer parte dessa estatística aqui no Brasil e nunca é tarde para se colocar como prioridade. Agende a sua consulta com especialistas para cuidar do seu coração.
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